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terça-feira, 10 de maio de 2016

BRASIL - CIRCO REPUBLICANO

Hoje definitivamente o mundo nos qualifica como CIRCO REPUBLICANO. Tudo porque o fanfarrão do Maranhão, a mando dos comunistas, com um "CANETAÇO TABAJARA" anulou o impeachment.
A base de chineladas (aula de direito regimental parlamentar) se viu obrigado a REVOGAR seu próprio ato. O qual prova que o único palhaço dessa história é esse desgoverno.

Entenda o caso, acesse o link: Deputado Waldir Maranhão

Desfragmento Papiro séc. XXI
~Beatriz Cavalcante Galvão~

sexta-feira, 6 de maio de 2016

COMUNISMO - Utopia que extermina

SÓ SE ENTENDE O PRESENTE E SE BUSCA O FUTURO, REVIRANDO O PASSADO.

Este artigo não tem qualquer pretensão terrorista a nenhum partido politico, tão pouco, a perfeição social.  Apenas traz fatos reais tão surreais, que, não fosse vividas, tornaria-se lenda. Trata-se do Regime Comunista.

A primeira ideia de uma politica socialista (logo tornou-se o comunismo), surgiu no séc. IV antes de C., pelo filósofo Platão, onde escreveu A Republica, uma teoria politica, qual prega a perfeição de um governo, afirma: "Os sábios deverão dirigir e governar e os ignorantes deverão segui-los". Já no séc. XVI, Thomas Morus, filósofo britânico, redigiu a obra Utopia, formula a sociedade ideal, aboli o dinheiro e abomina a guerra, mas destaca que todos são sempre bem treinados para defender o território e os ideias da sociedade. Duas mentes pensantes que se debruçaram nesta obra, foram Karl Marx e Friedrich Engels.

I - O COMUNISMO EM TEORIA

Em síntese, o comunismo é a doutrina que visa libertar o proletariado em nome do socialismo, ou seja, acabar com o sistema capitalista, não existindo as divisões de classes. Desta forma, tudo passa a pertencer ao Estado, inclusive os proletariados (trabalhadores), tiram lhes o direito a propriedade privada, atingindo fatalmente o direito fundamental como; a) liberdade de pensamento; b) liberdade de expressão; c) liberdade de escolha; e d) liberdade de locomoção. Direitos esses cravados na Constituição da Republica Federativa do Brasil, artigo 5º, incisos IV, VI, VII, IX, XV,... 

A Revolução do Regime Comunista, é feita de forma gradativa, quase imperceptível, veremos a seguir a base principiológica dessa doutrina, conforme instrui Friedrich Engels, em um manuscrito do ano de 1847, intitulado:O Comunismo se infiltra no Estado Democrático de Direito, gritando palavras de ordem: "NÃO A BURGUESIA" "A LUTA  e usa dos meios legais da democracia, implantar suas diretrizes, para logo tomar o Poder.  

Princípios Básicos do Comunismo[N36]

Friedrich Engels

Novembro de 1847

  [...] Ela estabelecerá, antes do mais, uma Constituição democrática do Estado, e com ela, direta ou indiretamente, o domínio político do proletariado. Diretamente, em Inglaterra, onde os proletários constituem já a maioria do povo. Indiretamente, em França e na Alemanha, onde a maioria do povo não consiste apenas em proletários mas também em pequenos camponeses e pequenos burgueses, os quais começam a estar envolvidas no processo de passagem ao proletariado, se tornam cada vez mais dependentes deste em todos os seus interesses políticos e, portanto, têm de se acomodar em breve às reivindicações do proletariado. Isto custará, talvez, uma segunda luta, a qual, porém, só pode terminar com a vitória do proletariado.

    A democracia seria totalmente inútil para o proletariado se ela não fosse utilizada imediatamente como meio para a obtenção de outras medidas que ataquem diretamente a propriedade privada e assegurem a existência do proletariado. As medidas principais, tal como decorrem, já agora, como consequência necessária, das condições existentes, são as seguintes:

  1. Restrição da propriedade privada por meio de impostos progressivos, altos impostos sobre heranças, abolição da herança por parte das linhas colaterais (irmãos, sobrinhos, etc.), empréstimos forçados, etc.
  2. Expropriação gradual dos latifundiários, fabricantes, proprietários de caminhos-de-ferro e armadores de navios, em parte pela concorrência da indústria estatizada, em parte, directamente, contra indemnização em papéis do Estado.
  3. Confiscação dos bens de todos os emigrantes (3) e rebeldes contra a maioria do povo.
  4. Organização do trabalho ou ocupação dos proletários em herdades nacionais, fábricas e oficinas, pela qual se elimina a concorrência dos operários entre si e os fabricantes são obrigados, enquanto ainda subsistirem, a pagar o mesmo salário elevado que o Estado.
  5. Igual obrigação de trabalho para todos os membros da sociedade até à completa abolição da propriedade privada Formação de exércitos industriais, sobretudo, para a agricultura.
  6. Centralização do sistema de crédito e da banca nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e repressão de todos os bancos privados e banqueiros.
  7. Multiplicação do número de fábricas, oficinas, caminhos-de-ferro e navios nacionais, cultivo de todas as terras e melhoramento das já cultivadas, na mesma proporção em que se multiplicarem os capitais e os operários que se encontram à disposição da nação.
  8. Educação de todas as crianças, a partir do momento em que podem passar sem os cuidados maternos, em estabelecimentos nacionais e a expensas do Estado. Combinar a educação e o trabalho fabril.
  9. Construção de grandes palácios nas herdades nacionais para habitações colectivas das comunidades de cidadãos que se dedicam tanto à indústria como à agricultura, e que reúnam em si tanto as vantagens da vida citadina como as da rural, sem partilhar da unilateralidade e dos defeitos de ambos os modos de vida.
  10. Destruição de todas as habitações e bairros insalubres e mal construídos.
  11. Igualdade de direito de herança para os filhos ilegítimos e legítimos.
  12. Concentração de todo o sistema de transportes nas mãos da nação.
     Naturalmente, nem todas estas medidas podem ser empreendidas de uma só vez. Porém, uma arrasta sempre atrás de si a outra. Uma vez realizado o primeiro ataque radical contra a propriedade privada, o proletariado ver-se-á obrigado a seguir sempre para diante, a concentrar cada vez mais nas mãos do Estado todo o capital, toda a agricultura, toda a indústria, todo o transporte, toda a troca. É para aí que todas estas medidas apontam; e elas tornar-se-ão aplicáveis e desenvolverão as suas consequências centralizadoras na precisa medida em que as forças produtivas do país sejam multiplicadas pelo trabalho do proletariado. Finalmente, quando todo o capital, toda a produção e toda a troca estiverem concentrados nas mãos da nação, a propriedade privada desaparecerá por si própria, o dinheiro tornar-se-á supérfluo e a produção aumentará tanto e os homens transformar-se-ão tanto, que poderão igualmente tombar as últimas formas de intercâmbio da antiga sociedade.

[...] fragmento retirado de um total de vinte perguntas. Destacou-se acima a reposta da 18º Pergunta: Que curso de desenvolvimento tomará essa revolução?

II - O COMUNISMO NA PRATICA 

A Revolução Russa, foi a propulsora da implantação do Regime Comunista, aconteceu no séc XX, exatamente no ano de 1917. Vladimir Lênin, absorveu as ideias de Max e Engels, e as idealizou na pratica. O totalitarismo impunha seus fortes punhos, contra todo o povo, a grande massa de proletariados, que trabalha para alimentar as vontades do Estado. Muitos morriam de fome e doenças, tantos outros (milhões) foram sumariamente assassinados com a alegação de traição a Nação, ou simplesmente por não servirem mais ao trabalho.
"Vocês todos sabem que meia duzia de pessoas, que não tem utilidade neste mundo, são mais um problema daquilo de que valem. Apenas coloque-os lá e diga: Senhor ou senhora. Agora você será doce o bastante para justificar a sua existência. Se você não conseguir justificar a sua existência, se você não esta fazendo esforço suficiente, se não esta produzindo tanto quanto consome ou preferivelmente mais, então claramente nós não podemos usar uma grande organização da nossa cidade no proposito de manter você vivo. Porque a sua vida não nos beneficia, e não pode ser muito útil para você mesmo." ~Vladimir Lênin~
Lênin e Josef Stalin atuam na na revolução de 1917 a 1924. Lênin falece em 1924, Stalin passa a ser o seu sucessor, porém, muito mais sanguinário e disposto a fazer o diabo para manter o poder comunista, arquitetou o mais terrível do holocausto que se tem na história da humanidade.

HOMOLODOR: matar de fome, morrer de fome (termo ucraniano, tradução livre) assim é chamado esse tenebroso genocídio que matou mais de sete milhões (7.000.000) de ucranianos. Stalin deu a ordem de retirar toda a pouca comida que ainda restava na Ucrânia, proibindo terminantemente que os ucranianos buscassem, ganhassem ou plantassem qualquer grau. Fez-se um cinturão sobre a cidade, para que ninguém saísse, poupamo-nos dos detalhes dolorosos demais para ser relatados, basta dizer que havia lamentações, ranger de dentes e choro da eminente morte por fome, em todos os lugares mortos e mais mortos; crianças, jovens, velhos, homem e mulher, ninguém foi poupado. Há historiadores que dizem que o números de mortos é muito maior, o caberá ao interesse do leitor, uma pesquisa mais ampla.

Adolf Hitler foi outro ditador que deixou marcas de sangue na história. Embora, muitos historiadores defendem que Hitler era da extrema-direita, outros discordam, descantando que, assim como todos os outros ditadores, se valiam de uma democracia, para depois usurpa-la e de imediato, implantar o totalitarismo.
"Nós queremos, um dia, não mais ver classes nem castas; portanto comecem já a erradicar isso em vocês mesmos. Nós queremos, um dia, ver no Reich uma só peça, e vocês devem se educar nesse sentido. Seja queremos que esse povo seja, um dia, obediente, e vocês devem treinar essa obediência. Nós queremos que esse povo seja pacífico, mas valoroso, e vocês devem ser pacíficos." ~Adolfo Hitler~  
Observe as diferenças do Nazismo Comunista de Adolf Hitler, e o Comunismo Socialista de Karl Max:
"O nazismo é ideologicamente baseado numa falsa biologia, e o comunismo numa falsa sociedade." ~Filme: A História Soviética. Escrito e Dirigido por Edvins Snore~
III - COMUNISMO CONTEMPORÂNEO
   
Depois da derruba do Muro de Berlim, o mundo toma conhecimento dos perigos de um governo totalitarista, este que usa das mais variadas formas e conceito para tomar o Poder. No mundo contemporâneo, existem cinco (05) pises declarados comunistas, são eles:

1. China
2. Coreia do Norte
3. Cuba
4. Vietnã
5. Alos

Há uma corrente que defende a tese da Venezuela também ser um país ditador, totalitarista; mesmo tendo adotado à Republica Bolivariana e negando ser comunista. Essa tese se fortalece ao tempo que as noticias do mundo divulgam todo sofrimento do povo venezuelano. Hugo Chávez (um venezuelano revolucionário) ditador que governou por quatorze anos (14), no período de 1999 a 2013, com sua morte. Atualmente Nicolás Maduro governa o Estado Venezuela nos mesmo moldes ditatorial de seu antecessor.

IV - PARTIDOS POLÍTICOS SOCIALISTAS NO BRASIL

PT - Partido dos Trabalhadores;
PSB - Partido Socialista Brasileiro
PDT - Partido Democrático Trabalhista
PPS - Partido Popular Social
PSOL - Partido Socialismo e Liberdade
PC do B - Partido Comunista do Brasil 

O único partido esquerda-extrema, que assumi desde o nascimento ser comunista é o PC do B. Fundado em 18 de fevereiro de 1922, serviu de modelo para outros partidos surgirem com a mesma base de ideias e ideais. É forte apoiador do PT.

O Foro de São Paulo foi criado no ano de 1990 pelo ex-presidente Lula (PT) e Fidel Castro. Composto por partidos e movimentos de esquerda da America Latina e Caribe, para promover congressos que visam a luta de interesses esquerdistas, como promover debate sobre planos políticos e governamentais. 
"Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem duvida, umas das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como qualquer outra. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e varias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à industria dos sequestros, como as Farc e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão intima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime"  ~Discurso de Lula - 17ª Reunião do Foro - 2011~
V - IDEOLOGIA DO CAOS 
  DECÁLOGO DE LÊNIN

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual; 
2. Infiltre-se e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais; 
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes; 
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo; 
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não os coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares (agentes) infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo;
10.. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa... 

Este dez (10) mandamentos atribuído a Lênin no ano 1913, são instruções de como implantar o comunismo na sociedade, sem que a mesma perceba. Verídicos ou não, é fato notório que tudo isso acontece frenquentemente em países com dirigentes simpatizantes (doutrinados pelo comunismo) do Regime Comunista, mas levam a sociedade na cautela para não por o golpe em risco, o Brasil é um exemplo.

É relevante destacar a repercussão da veracidade desse decálogo. Uns argumentam que tal texto é uma farsa, enquanto outros buscam provar ser sim, verídicos. Se de fato é ou não verdade, não há como negar todas as semelhanças do totalitarismo. Uma vez estudando as doutrinas do comunismo, é perceptível todas essas ideias estarem elencadas em todas as obras escritas, e, por muitas vezes discursadas em público.

VI - AS IMAGENS FALAM MAIS QUE MIL PALAVRAS
CUIDADO! CENAS FORTES!









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Desfragmento Papiro séc. XXI
__________Beatriz Cavalcante Galvão

terça-feira, 26 de abril de 2016

Jornal Frances destaca: "A ex-guerrilheira que se tornou uma presidente autoritária"

A imprensa internacional não se cala e deixa claro que, o impeachment não é golpe. O renomado Jornal Frances Lê figaro Premiun destaca o passado negro de Dilma Rousseff e publica a seguinte manchete:
"Dilma Rousseff: "A ex-guerrilheira que se tornou uma presidente autoritária", o texto segue afirmando que no primeiro mandato, Dilma se revelou "autoritária, inflexível, incapaz de delegar funções e, portanto, ineficaz". Destacando ainda, a incompetência de ser presidente; "'pedaladas fiscal', é conhecida pela manipulação contábil que permite ao governo deixar um défice orçamentário mais apresentável." (Traduzindo para o popular; maquiou de forma criminosa as contas publicas).

Desfargmento Papiro séc. XXI
_____Beatriz Cavalcante Galvão

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Entenda como será o rito do impeachment no Senado Federal


  • 81 senadores - 3 de cada Estado e Distrito Federal
  • 17 partidos tem representação na casa 
  • PMDB é o maior com 17 integrantes, em seguida PT e PSDB com 11 cada um.
Andamento do processo de impeachment - Rito 

19 de abril - Foi lida a denúncia no Senado.
22 ou 25 de abril - Criação da comissão de 21 senadores.
26 ou 27 de abril - A comissão elegem o presidente e relator.
  • Passa a contar o prazo de 10 dias úteis para apresentação do parecer admitindo ou não o processo de impeachment
10 ou 11 maio - Comissão vota o parecer.
48 horas depois - Parecer é votado pelo plenário do Senado.
  • Quórum: maioria simples (metade mais um)
  • Aprovação: 41 votos dos 81
  • Rejeição: o processo é extinto
17 de maio - Aprovado, à presidente Dilma Rousseff é afastada por até 180 dias.
  • O vice-presidente Michel Temer assume o cargo
  • O processo não sendo concluído nesse prazo, à presidente retorna ao posto
Etapa de julgamento - A mesma comissão analisa acusações e defesa. O Colegiado apresenta novo parecer, este chamado de produção de juízo de pronuncia, à presidente Dilma Rousseff se torna ré. O parecer precisa ser votado pela comissão e pelo plenário.
  • Aprovação: recebido 41 votos dos 81 (quórum maioria simples)
  • Rejeição: o processo é extinto
Sessão de julgamento - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, comanda os trabalhos no Senado.
Condenação - Quórum: maioria absoluta (²/3 de 81=54).
  • Aprovação: 54 votos ou mais, contra Dilma Rousseff
  • Condenada é afastada definitivamente do cargo de Presidência 
  • O vice-presidente Michel Temer assume o cargo de Presidente
  • Conclusão do mandato presidencial termina em 31 de dezembro de 2018
Absolvição - Não acalçado os 54 votos, Dilma Rousseff é absolvida e retorna ao cargo.

Desfragmento Papiro séc. XXI
____Beatriz Cavalcante Galvão

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Placar do impeachment - Veja como votaram os deputados de cada Estado do Brasil:

17 de abril de 2016 (domingo). Plenário da Câmara dos Deputados na abertura da votação do impeachment, contou com 511 deputados num total de 513.

O rito da votação foi por ordem alfabética dos deputados de cada Estado qual representam, sendo que as escolhas dos Estados foram em ordem alternados. O resultado geral foi:
  • 367 favoravéis
  • 137 contrários 
  • 7 abstenções
  • 2 ausentes
Lista detalhada de cada Estado e o voto do deputando que o representa:
Roraima (RR)
  • Abel Mesquita Jr. (DEM) - SIM
  • Carlos Andrade (PHS) - SIM
  • Edio Lopes (PR) - NÃO
  • Hiran Gonçalves (PP) - SIM
  • Jhonatan de Jesus (PRB) - SIM
  • Maria Helena (PSB) - SIM
  • Remídio Monai (PR) - SIM
  • Shéridan (PSDB) - SIM
Rio Grande do Sul (RS)
  • Afonso Hamm (PP) - SIM
  • Afonso Motta (PDT) - NÃO
  • Alceu Moreira (PMDB) - SIM
  • Bohn Gass (PT) - NÃO
  • Carlos Gomes (PRB) - SIM
  • Covatti Filho (PP) - SIM
  • Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) - SIM
  • Darcísio Perondi (PMDB) - SIM
  • Giovani Cherini (PDT) - SIM
  • Heitor Schuch (PSB) - SIM
  • Henrique Fontana (PT) - NÃO
  • Jerônimo Goergen (PP) - SIM
  • João Derly (REDE) - SIM
  • José Fogaça (PMDB) - SIM
  • José Otávio Germano (PP) - SIM
  • Jose Stédile (PSB) - SIM
  • Luis Carlos Heinze (PP) - SIM
  • Luiz Carlos Busato (PTB) - SIM
  • Marco Maia (PT) - NÃO
  • Marcon (PT) - NÃO
  • Maria do Rosário (PT) - NÃO
  • Mauro Pereira (PMDB) - SIM
  • Nelson Marchezan Junior (PSDB) - SIM
  • Onyx Lorenzoni (DEM) - SIM
  • Osmar Terra (PMDB) - SIM
  • Paulo Pimenta (PT) - NÃO
  • Pepe Vargas (PT) - NÃO
  • Pompeo de Mattos (PDT) - ABSTENÇÃO
  • Renato Molling (PP) - SIM
  • Ronaldo Nogueira (PTB) - SIM
  • Sérgio Moraes (PTB) - SIM
Santa Catarina (SC)
  • Carmen Zanotto (PPS) - SIM
  • Celso Maldaner (PMDB) - SIM
  • Cesar Souza (PSD) - SIM
  • Décio Lima (PT) - NÃO
  • Esperidião Amin (PP) - SIM
  • Geovania de Sá (PSDB) - SIM
  • João Paulo Kleinübing (PSD) - SIM
  • João Rodrigues (PSD) - SIM
  • Jorge Boeira (PP) - SIM
  • Jorginho Mello (PR) - SIM
  • Marco Tebaldi (PSDB) - SIM
  • Mauro Mariani (PMDB) - SIM
  • Pedro Uczai (PT) - NÃO
  • Rogério Peninha Mendonça (PMDB) - SIM
  • Ronaldo Benedet (PMDB) - SIM
  • Valdir Colatto (PMDB) - SIM
Amapá (AP)
  • André Abdon (PP) - SIM
  • Cabuçu Borges (PMDB) - SIM
  • Janete Capiberibe (PSB) - NÃO
  • Jozi Araújo (PTN) - NÃO
  • Marcos Reategui (PSD) - SIM
  • Professora Marcivania (PCdoB) - NÃO
  • Roberto Góes (PDT) - NÃO
  • Vinicius Gurgel (PR) - ABSTENÇÃO
Pará (PA)
  • Arnaldo Jordy (PPS) - SIM
  • Beto Faro (PT) - NÃO
  • Beto Salame (PP) - ABSTENÇÃO
  • Delegado Éder Mauro (PSD) - SIM
  • Edmilson Rodrigues (PSO) - NÃO
  • Elcione Barbalho (PMDB) - NÃO
  • Francisco Chapadinha (PTN) - SIM
  • Hélio Leite (DEM) - SIM
  • Joaquim Passarinho (PSD) - SIM
  • José Priante (PMDB) - SIM
  • Josué Bengtson (PTB) - SIM
  • Júlia Marinho (PSC) - SIM
  • Lúcio Vale (PR) - NÃO
  • Nilson Pinto (PSDB) - SIM
  • Simone Morgado (PMDB) - NÃO
  • Wladimir Costa (SD) - SIM
  • Zé Geraldo (PT) - NÃO
Paraná (PR)
  • Alex Canziani (PTB) - SIM
  • Alfredo Kaefer (PSL) - SIM
  • Aliel Machado (REDE) - NÃO
  • Assis do Couto (PDT) - NÃO
  • Christiane de Souza Yared (PR) - SIM
  • Diego Garcia (PHS) - SIM
  • Dilceu Sperafico (PP) - SIM
  • Enio Verri (PT) - NÃO
  • Evandro Roman (PSD) - SIM
  • Fernando Francischini (SD) - SIM
  • Giacobo (PR) - SIM
  • Hermes Parcianello (PMDB) - SIM
  • João Arruda (PMDB) - SIM
  • Leandre (PV) - SIM
  • Leopoldo Meyer (PSB) - SIM
  • Luciano Ducci (PSB) - SIM
  • Luiz Carlos Hauly (PSDB) - SIM
  • Luiz Nishimori (PR) - SIM
  • Marcelo Belinati (PP) - SIM
  • Nelson Meurer (PP) - SIM
  • Nelson Padovani (PSDB) - SIM
  • Osmar Serraglio (PMDB) - SIM
  • Paulo Martins (PSDB) - SIM
  • Ricardo Barros (PP) - SIM
  • Rubens Bueno (PPS) - SIM
  • Sandro Alex (PSD) - SIM
  • Sergio Souza (PMDB) - SIM
  • Takayama (PSC) - SIM
  • Toninho Wandscheer (PROS) - SIM
  • Zeca Dirceu (PT) - NÃO
Mato Grosso do Sul 
  • Carlos Marun (PMDB) - SIM
  • Dagoberto (PDT) - NÃO
  • Elizeu Dionizio (PSDB) - SIM
  • Geraldo Resende (PSDB) - SIM
  • Mandetta (DEM) - SIM
  • Tereza Cristina (PSB) - SIM
  • Vander Loubet (PT) - NÃO
  • Zeca do PT (PT) - NÃO
Amazonas (AM)
  • Alfredo Nascimento (PR) - SIM
  • Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) - SIM
  • Átila Lins (PSD) - SIM
  • Conceição Sampaio (PP) - SIM
  • Hissa Abrahão (PDT) - SIM
  • Marcos Rotta (PMDB) - SIM
  • Pauderney Avelino (DEM) - SIM
  • Silas Câmara (PRB) - SIM
Rondônia (RO)
  • Expedito Netto (PSD) - SIM
  • Lindomar Garçon (PRB) - SIM
  • Lucio Mosquini (PMDB) - SIM
  • Luiz Cláudio (PR) - SIM
  • Marcos Rogério (DEM) - SIM
  • Mariana Carvalho (PSDB) - SIM
  • Marinha Raupp (PMDB) - SIM
  • Nilton Capixaba (PTB) - SIM
Goiás (GO)
  • Alexandre Baldy (PTN) - SIM
  • Célio Silveira (PSDB) - SIM
  • Daniel Vilela (PMDB) - SIM
  • Delegado Waldir (PR) - SIM
  • Fábio Sousa (PSDB) - SIM
  • Flávia Morais (PDT) - SIM
  • Giuseppe Vecci (PSDB) - SIM
  • Heuler Cruvinel (PSD) - SIM
  • João Campos (PRB) - SIM
  • Jovair Arantes (PTB) - SIM
  • Lucas Vergilio (SD) - SIM
  • Magda Mofatto (PR) - SIM
  • Marcos Abrão (PPS) - SIM
  • Pedro Chaves (PMDB) - SIM
  • Roberto Balestra (PP) - SIM
  • Rubens Otoni (PT) - NÃO
  • Thiago Peixoto (PSD) - SIM
Distrito Federal (DF)
  • Alberto Fraga (DEM) - SIM
  • Augusto Carvalho (SD) - SIM
  • Erika Kokay (PT) - NÃO
  • Izalci (PSDB) - SIM
  • Laerte Bessa (PR) - SIM
  • Rogério Rosso (PSD) - SIM
  • Ronaldo Fonseca (PROS) - SIM
  • Rôney Nemer (PP) - SIM
Acre (AC)
  • Alan Rick (PRB) - SIM
  • Angelim (PT) - NÃO
  • César Messias (PSB) - NÃO
  • Flaviano Melo (PMDB) - SIM
  • Jéssica Sales (PMDB) - SIM
  • Leo de Brito (PT) - NÃO
  • Rocha (PSDB) - SIM
  • Sibá Machado (PT) - NÃO
Tocantins (TO)
  • Carlos Henrique Gaguim (PTN) - SIM
  • César Halum (PR) - SIM
  • Dulce Miranda (PMDB) - SIM
  • Irajá Abreu (PSD) - NÃO
  • Josi Nunes (PMDB) - SIM
  • Lázaro Botelho (PP) - SIM
  • Professora Dorinha (DEM) - SIM
  • Vicentinho Júnior (PR) - NÃO
Mato Grosso (MT)
  • Adilton Sachetti (PSB) - SIM
  • Carlos Bezerra (PMDB) - SIM
  • Fabio Garcia (PSB) - SIM
  • Nilson Leitão (PSDB) - SIM
  • Professor Victório Galli (PSC) - SIM
  • Ságuas Moraes (PT) - NÃO
  • Tampinha (PSD) - SIM
  • Valtenir Pereira (PMDB) - NÃO
São Paulo (SP)
  • Alex Manente (PPS) - SIM
  • Alexandre Leite (DEM) - SIM
  • Ana Perugini (PT) - NÃO
  • Andres Sanchez (PT) - NÃO
  • Antonio Bulhões (PRB) - SIM
  • Arlindo Chinaglia (PT) - NÃO
  • Arnaldo Faria de Sá (PTB) - SIM
  • Arnaldo Jardim (PPS) - SIM
  • Baleia Rossi (PMDB) - SIM
  • Beto Mansur (PRB) - SIM
  • Bruna Furlan (PSDB) - SIM
  • Bruno Covas (PSDB) - SIM
  • Capitão Augusto (PR) - SIM
  • Carlos Sampaio (PSDB) - SIM
  • Carlos Zarattini (PT) - NÃO
  • Celso Russomanno (PRB) - SIM
  • Dr. Sinval Malheiros (PTN) - SIM
  • Duarte Nogueira (PSDB) - SIM
  • Edinho Araújo (PMDB) - SIM
  • Eduardo Bolsonaro (PSC) - SIM
  • Eduardo Cury (PSD) - SIM
  • Eli Corrêa Filho (DEM) - SIM
  • Evandro Gussi (PV) - SIM
  • Fausto Pinato (PP) - SIM
  • Flavinho (PSB) - SIM
  • Floriano Pesaro (PSDB) - SIM
  • Gilberto Nascimento (PSC) - SIM
  • Goulart (PSD) - SIM
  • Guilherme Mussi (PP) - SIM
  • Herculano Passos (PSD) - SIM
  • Ivan Valente (PSOL) - NÃO
  • Jefferson Campos (PSD) - SIM
  • João Paulo Papa (PSDB) - SIM
  • Jorge Tadeu Mudalen (DEM) - SIM
  • José Mentor (PT) - NÃO
  • Keiko Ota (PSB) - SIM
  • Luiz Lauro Filho (PSB) - SIM
  • Luiza Erundina (PSOL) - NÃO
  • Major Olimpio (SD) - SIM
  • Mara Gabrilli (PSDB) - SIM
  • Marcelo Squassoni (PRB) - SIM
  • Marcio Alvino (PR) - SIM
  • Miguel Haddad (PSDB) - SIM
  • Miguel Lombardi (PR) - SIM
  • Milton Monti (PR) - SIM
  • Missionário José Olimpio (DEM) - SIM
  • Nelson Marquezelli (PTB) - SIM
  • Nilto Tatto (PT) - NÃO
  • Orlando Silva (PCdoB) - NÃO
  • Paulo Freire (PR) - SIM
  • Paulo Maluf (PP) - SIM
  • Paulo Pereira da Silva (SD) - SIM
  • Paulo Teixeira (PT) - NÃO
  • Pr. Marco Feliciano (PSC) - SIM
  • Renata Abreu (PTN) - SIM
  • Ricardo Izar (PP) - SIM
  • Ricardo Tripoli (PSDB) - SIM
  • Roberto Alves (PRB) - SIM
  • Roberto de Lucena (PV) - SIM
  • Rodrigo Garcia (DEM) - SIM
  • Samuel Moreira (PSDB) - SIM
  • Sérgio Reis (PRB) - SIM
  • Silvio Torres (PSDB) - SIM
  • Tiririca (PR) - SIM
  • Valmir Prascidelli (PT) - NÃO
  • Vanderlei Macris (PSDB) - SIM
  • Vicente Candido (PT) - NÃO
  • Vicentinho (PT) - NÃO
  • Vinicius Carvalho (PRB) - SIM
  • Vitor Lippi (PSDB) - SIM
Maranhão (MA)
  • Alberto Filho (PMDB) - SIM
  • Aluisio Mendes (PTN) - NÃO
  • André Fufuca (PP) - SIM
  • Cleber Verde (PRB) - SIM
  • Eliziane Gama (PPS) - SIM
  • Hildo Rocha (PMDB) - SIM
  • João Castelo (PSDB) - SIM
  • João Marcelo Souza (PMDB) - NÃO
  • José Reinaldo (PSB) - SIM
  • Junior Marreca (PEN) - NÃO
  • Juscelino Filho (DEM) - SIM
  • Pedro Fernandes (PTB) - NÃO
  • Rubens Pereira Júnior (PCdoB) - NÃO
  • Sarney Filho (PV) - SIM
  • Victor Mendes (PSD) - SIM
  • Waldir Maranhão (PP) - NÃO
  • Weverton Rocha (PDT) - NÃO
  • Zé Carlos (PT) - NÃO
Ceará (CE)
  • Adail Carneiro (PP) - SIM
  • Aníbal Gomes (PMDB) - AUSÊNCIA
  • Ariosto Holanda (PDT) - NÃO
  • Arnon Bezerra (PTB) - NÃO
  • Cabo Sabino (PR) - SIM
  • Chico Lopes (PCdoB) - NÃO
  • Danilo Forte (PSB) - SIM
  • Domingos Neto (PSD) - NÃO
  • Genecias Noronha (SD) - SIM
  • Gorete Pereira (PR) - ABSTENÇÃO
  • José Airton Cirilo (PT) - NÃO
  • José Guimarães (PT) - NÃO
  • Leônidas Cristino (PDT) - NÃO
  • Luizianne Lins (PT) - NÃO
  • Macedo (PP) - NÃO
  • Moroni Torgan (DEM) - SIM
  • Moses Rodrigues (PMDB) - SIM
  • Odorico Monteiro (PROS) - NÃO
  • Raimundo Gomes de Matos (PSDB) - SIM
  • Ronaldo Martins (PRB) - SIM
  • Vicente Arruda (PDT) - NÃO
  • Vitor Valim (PMDB) - SIM
Rio de Janeiro (RJ) 
  • Alessandro Molon (REDE) - NÃO
  • Alexandre Serfiotis (PMDB) - SIM
  • Alexandre Valle (PR) - SIM
  • Altineu Côrtes (PMDB) - SIM
  • Arolde de Oliveira (PSC) - SIM
  • Aureo (SD) - SIM
  • Benedita da Silva (PT) - NÃO
  • Cabo Daciolo (PTdo) - SIM
  • Celso Pansera (PMDB) - NÃO
  • Chico Alencar (PSO) - NÃO
  • Chico D'angelo (PT) - NÃO
  • Clarissa Garotinho (PR) - AUSÊNCIA
  • Cristiane Brasil (PTB) - SIM
  • Deley (PTB) - SIM
  • Dr. João (PR) - SIM
  • Eduardo Cunha (PMDB) - SIM
  • Ezequiel Teixeira (PTN) - SIM
  • Felipe Bornier (PROS) - SIM
  • Fernando Jordão (PMDB) - SIM
  • Francisco Floriano (DEM) - SIM
  • Glauber Braga (PSOL) - NÃO
  • Hugo Leal (PSB) - SIM
  • Indio da Costa (PSD) - SIM
  • Jair Bolsonaro (PSC) - SIM
  • Jandira Feghali (PCdoB) - NÃO
  • Jean Wyllys (PSOL) - NÃO
  • Julio Lopes (PP) - SIM
  • Leonardo Picciani (PMDB) - NÃO
  • Luiz Carlos Ramos (PTN) - SIM
  • Luiz Sérgio (PT) - NÃO
  • Marcelo Matos (PHS) - SIM
  • Marco Antônio Cabral (PMDB) - SIM
  • Marcos Soares (DEM) - SIM
  • Miro Teixeira (REDE) - SIM
  • Otavio Leite (PSDB) - SIM
  • Paulo Feijó (PR) - SIM
  • Pedro Paulo (PMDB) - SIM
  • Roberto Sales (PRB) - SIM
  • Rodrigo Maia (DEM) - SIM
  • Rosangela Gomes (PRB) - SIM
  • Sergio Zveiter (PMDB) - SIM
  • Simão Sessim (PP) - SIM
  • Soraya Santos (PMDB) - SIM
  • Sóstenes Cavalcante (DEM) - SIM
  • Wadih Damous (PT) - NÃO
  • Washington Reis (PMDB) - SIM
Espírito Santo (ES)
  • Carlos Manato (SD) - SIM
  • Dr. Jorge Silva (PHS) - SIM
  • Evair de Melo (PV) - SIM
  • Givaldo Vieira (PT) - NÃO
  • Helder Salomão (PT)  - NÃO
  • Lelo Coimbra (PMDB) - SIM
  • Marcus Vicente (PP) - SIM
  • Max Filho (PSDB) - SIM
  • Paulo Foletto (PSB) - SIM
  • Sergio Vidigal (PDT) - SIM
Piauí (PI)
  • Assis Carvalho (PT) - NÃO
  • Átila Lira (PSB) - SIM
  • Capitão Fábio Abreu (PTB) - NÃO
  • Heráclito Fortes (PSB) - SIM
  • Iracema Portella (PP) - SIM
  • Júlio Cesar (PSD) - SIM
  • Marcelo Castro (PMDB) - NÃO
  • Paes Landim (PTB) - NÃO
  • Rejane Dias (PT) - NÃO
  • Rodrigo Martins (PSB) - SIM
Rio Grande do Norte (RN)
  • Antônio Jácome (PTN) - SIM
  • Beto Rosado (PP) - SIM
  • Fábio Faria (PSD) - SIM
  • Felipe Maia (DEM) - SIM
  • Rafael Motta (PSB) - SIM
  • Rogério Marinho (PSDB) - SIM
  • Walter Alves (PMDB) - SIM
  • Zenaide Maia (PR) - NÃO
Minas Gerais (MG)
  • Adelmo Carneiro Leão (PT) - NÃO
  • Aelton Freitas (PR) - NÃO
  • Bilac Pinto (PR)- SIM
  • Bonifácio de Andrada (PSDB) - SIM
  • Brunny (PR) - NÃO
  • Caio Narcio (PSDB) - SIM
  • Carlos Melles (DEM) - SIM
  • Dâmina Pereira (PSL) - SIM
  • Delegado Edson Moreira (PR) - SIM
  • Diego Andrade (PSD) - SIM
  • Dimas Fabiano (PP) - SIM
  • Domingos Sávio (PSDB) - SIM
  • Eduardo Barbosa (PSDB) - SIM
  • Eros Biondini (PROS) - SIM
  • Fábio Ramalho (PMDB) - SIM
  • Franklin Lima (PP) - SIM
  • Gabriel Guimarães (PT) - NÃO
  • George Hilton (PROS) - NÃO
  • Jaime Martins (PSD) - SIM
  • Jô Moraes (PCdoB) - NÃO
  • Júlio Delgado (PSB) - SIM
  • Laudivio Carvalho (SD) - SIM
  • Leonardo Monteiro (PT) - NÃO
  • Leonardo Quintão (PMDB) - SIM
  • Lincoln Portela (PRB) - SIM
  • Luis Tibé (PTdoB) - SIM
  • Luiz Fernando Faria (PP) - SIM
  • Marcelo Álvaro Antônio (PR) - SIM
  • Marcelo Aro (PHS) - SIM
  • Marcos Montes (PSD) - SIM
  • Marcus Pestana (PSDB) - SIM
  • Margarida Salomão (PT) - NÃO
  • Mário Heringer (PDT) - SIM
  • Mauro Lopes (PMDB) - SIM
  • Miguel Corrêa (PT) - NÃO
  • Misael Varella (DEM) - SIM
  • Newton Cardoso Jr (PMDB) - SIM
  • Odelmo Leão (PP) - SIM
  • Padre João (PT) - NÃO
  • Patrus Ananias (PT) - NÃO
  • Paulo Abi-ackel (PSDB) - SIM
  • Raquel Muniz (PSD) - SIM
  • Reginaldo Lopes (PT) - NÃO
  • Renzo Braz (PP) - SIM
  • Rodrigo de Castro (PSDB) - SIM
  • Rodrigo Pacheco (PMDB) - SIM
  • Saraiva Felipe (PMDB) - SIM
  • Stefano Aguiar (PSD) - SIM
  • Subtenente Gonzaga (PDT) - SIM
  • Tenente Lúcio (PSB) - SIM
  • Toninho Pinheiro (PP) - SIM
  • Weliton Prado (PMB) - SIM
  • Zé Silva (SD) - SIM
Bahia (BA)
  • Alfonso Florence (PT) - NÃO
  • Alice Portugal (PCdoB) - NÃO
  • Antonio Brito (PSD) - NÃO
  • Antonio Imbassahy (PSDB) - SIM
  • Arthur Oliveira Maia (PPS) - SIM
  • Bacelar (PTN) - NÃO
  • Bebeto (PSB) - NÃO
  • Benito Gama (PTB) - SIM
  • Cacá Leão (PP) - ABSTENÇÃO
  • Caetano (PT) - NÃO
  • Claudio Cajado (DEM) - SIM
  • Daniel Almeida (PCdoB) - NÃO
  • Davidson Magalhães (PCdoB) - NÃO
  • Elmar Nascimento (DEM) - SIM
  • Erivelton Santana (PEN) - SIM
  • Félix Mendonça Júnior (PDT) - NÃO
  • Fernando Torres (PSD) - NÃO
  • Irmão Lazaro (PSC) - SIM
  • João Carlos Bacelar (PR) - NÃO
  • João Gualberto (PSDB) - SIM
  • Jorge Solla (PT) - NÃO
  • José Carlos Aleluia (DEM) - SIM
  • José Carlos Araújo (PR) - NÃO
  • José Nunes (PSD) - NÃO
  • José Rocha (PR) - NÃO
  • Jutahy Junior (PSDB) - SIM
  • Lucio Vieira Lima (PMDB) - SIM
  • Márcio Marinho (PRB) - SIM
  • Mário Negromonte Jr. (PP) - ABSTENÇÃO
  • Moema Gramacho (PT) - NÃO
  • Paulo Azi (DEM) - SIM
  • Paulo Magalhães (PSD) - NÃO
  • Roberto Britto (PP) - NÃO
  • Ronaldo Carletto (PP) - NÃO
  • Sérgio Brito (PSD) - NÃO
  • Tia Eron (PRB) - SIM
  • Uldurico Junior (PV) - SIM
  • Valmir Assunção (PT) - NÃO
  • Waldenor Pereira (PT) - NÃO
Paraíba (PB)
  • Aguinaldo Ribeiro (PP) - SIM
  • Benjamin Maranhão (SD) - SIM
  • Damião Feliciano (PDT) - NÃO
  • Efraim Filho (DEM) - SIM
  • Hugo Motta (PMDB) - SIM
  • Luiz Couto (PT) - NÃO
  • Manoel Junior (PMDB) - SIM
  • Pedro Cunha Lima (PSDB PB) - SIM
  • Rômulo Gouveia (PSD) - SIM
  • Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) - SIM
  • Wellington Roberto (PR) - NÃO
  • Wilson Filho (PTB) - SIM
Pernambuco (PE)
  • Adalberto Cavalcanti (PTB) - NÃO
  • Anderson Ferreira (PR) - SIM
  • André de Paula (PSD) - SIM
  • Augusto Coutinho (SD) - SIM
  • Betinho Gomes (PSDB) - SIM
  • Bruno Araújo (PSDB) - SIM
  • Daniel Coelho (PSDB) - SIM
  • Danilo Cabral (PSB) - SIM
  • Eduardo da Fonte (PP) - SIM
  • Fernando Coelho Filho (PSB) - SIM
  • Gonzaga Patriota (PSB) - SIM
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB) - SIM
  • João Fernando Coutinho (PSB) - SIM
  • Jorge Côrte Real (PTB) - SIM
  • Kaio Maniçoba (PMDB) - SIM
  • Luciana Santos (PCdoB) - NÃO
  • Marinaldo Rosendo (PSB) - SIM
  • Mendonça Filho (DEM) - SIM
  • Pastor Eurico (PHS) - SIM
  • Ricardo Teobaldo (PTN) - NÃO
  • Sebastião Oliveira (PR) - ABSTENÇÃO
  • Silvio Costa PTdoB - NÃO
  • Tadeu Alencar (PSB) - SIM
  • Wolney Queiroz PDT - NÃO
  • Zeca Cavalcanti PTB - NÃO
Sergipe (SE)
  • Adelson Barreto (PR) - SIM
  • Andre Moura (PSC) - SIM
  • Fábio Mitidieri (PSD) - NÃO
  • Fabio Reis (PMDB) - SIM
  • João Daniel (PT) - NÃO
  • Jony Marcos (PRB) - SIM
  • Laercio Oliveira (SD) - SIM
  • Valadares Filho (PSB) - SIM
Alagoas (AL)
  • Arthur Lira (PP) - SIM
  • Cícero Almeida (PMDB) - SIM
  • Givaldo Carimbão (PHS) - NÃO
  • JHC (PSB) - SIM
  • Marx Beltrão (PMDB) - SIM
  • Maurício Quintella Lessa (PR) - SIM
  • Paulão (PT) - NÃO
  • Pedro Vilela (PSDB) - SIM
  • Ronaldo Lessa (PDT) - NÃO

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